Terça-feira, Abril 30, 2002

O homem de idéias médias (doravante HDIM) assiste Jornal Nacional todos os dias.

O HDIM assina a Revista Veja.

O HDIM acha que pessoas boas fazem parte do MST, mas tem muita gente querendo se aproveitar do movimento.

O HDIM é contra a clonagem humana.

O HDIM é contra o uso de cotas para negros em universidades públicas - ele acha que o ensino fundamental tem que ser melhorado, de forma a dar condições iguais para todos.

O HDIM é a favor das medidas anti-tabagistas tomadas pelo Ministério da Saúde.

O HDIM gosta de bandas que "tocam de tudo" (= pop rock nacional).

O HDIM acha que "O Sexto Sentido" é o melhor filme que existe.

O HDIM gosta de futebol. Ele assistia Fórmula 1 religiosamente, mas agora "acha que perdeu a graça".

O HDIM diz que sente pelas vítimas, mas acha que o atentado de 11 de setembro foi bom pra "colocar os EUA no lugar deles."

O HDIM não gostou do episódio dos Simpsons que fala sobre o Brasil, mas diz gostar de Simpsons apesar de só ter visto 3 ou 4 episódios .

O HDIM diz que não liga para os partidos e que só escolhe em quem vai votar "de acordo com as propostas", mas acha horário político muito chato e, no fim, acaba votando em quem estiver na frente, mesmo.

O HDIM acha que a cultura do país tem que aumentar, mas pode contar nos dedos das mãos os livros que leu.



E, finalmente, o homem de idéias médias confunde "ir a fundo" com "ser radical".




Acho estranha essa coisa de dar nome de cor às linhas de metrô - Azul, Violeta, Vermelha, Verde. Imaginem se, em um futuro distante, vários metrôs de várias capitais diferentes tivessem de se integrar - teríamos que padronizar todas as linhas, o que nos levaria a nomes como "Linha cor de anis levemente alaranjada" ou "Linha verde-limão com bolinhas brancas".

Domingo, Abril 21, 2002

Não esperem nada de novo neste blog até domingo que vem. Estou em férias.

Sábado, Abril 20, 2002

Todo mundo fala que mudança é uma coisa boa, e que a transição é mais bonita do que o estado final. (Aquela coisa do caminho... o caminho é mais importante do que o objetivo?)

Isso é complicado. Nem sempre.

A transição pode ser muito, muito irritante.

Principalmente quando a nova casa ainda não foi totalmente desocupada.
Principalmente quando a sua cama não é desmontável, e vc precisa contratar um dono de kombi pra levar ela pra outra casa.
Principalmente quando o tiozinho que vai fazer o carreto se encarrega de 4 outras mudanças antes da sua e simplesmente não aparece.

Nesse caso, foda-se a transição. Quero logo o estado final.

Quinta-feira, Abril 18, 2002

"Dói muito ficar só
toda vez que eu me lembro
eu me arrependo do dia que te matei

O primeiro tiro eu errei
O segundo eu estourei
os seus miolos e os seus olhos


E então eu te cortei e te embalsamei
o ô o o
e no armário eu te guardei
o o ô o

Eu nunca esquecerei
aquela vez que eu te espanquei
eu me enganei no dia que te matei."

Zumbis do Espaço - Guardada pra Sempre


(você acha que letra de música é pra preencher espaço? Foda-se.)
Tudo bem, desculpem. O fato de ninguém ter comentado nada não quer dizer que vocês não gostaram.
É. Parece que pouca gente gosta dos posts nos quais tenho que pensar antes de escrever.

Quarta-feira, Abril 17, 2002

Acho meio besta esse negócio de começar um post falando "ó, post longo".
Que isso? É um substituto para a avaliação visual feita nos livros? "ah, não, esse é muito grosso"

Se vc gosta de saber se um post é grande antes de começar a ler, meça ele você mesmo.

Detalhe: costumo ter muitos posts longos, apesar de ser superficial em várias partes dos textos. Olhem esse dos Simpsons, por exemplo.
Tá, eu tenho que falar dos Simpsons. Não dá pra não falar.


Não entendo o ponto de vista das pessoas que criticam o tal episódio que fala sobre o Brasil. Dizem que é parcial e generalista. Dizem que não é justo com o Brasil.

Bom, vamos com calma. Podemos criticar o tal desenho por dois pontos de vista:
1) dizendo que ele não é fiel à nossa realidade;
2) dizendo que quem fez o desenho é norte-americano e, por isso, não tem direito de criticar outro país.

O item dois é facilmente contestável. É o caso de se perguntar - se eu só posso criticar as coisas das quais sou parte, então o que eu posso criticar? Isso é bem expansível, mas vai ficar por aqui mesmo. É razoavelmente óbvio.

Agora, o segundo ponto. Simpsons, definitivamente, não é um desenho novo. Surgiu há mais de dez anos, e faz sucesso no Brasil há muito tempo. Durante todos esses anos, a visita ao Brasil não foi, com certeza, a única excursão internacional da família. O exemplo mais clássico é o da visita à Austrália, no qual:
- o povo australiano é mostrado como ignorante, violento e autoritário;
- o país é mostrado como um deserto, completamente abandonado;
- cangurus são vistos em vários trechos do desenho.

Acho que nem preciso dizer que não é bem essa a realidade - pelo menos não em toda a Austrália. Mas nem vou explorar mais isso. Fiquemos nos EUA mesmo.

Será que o retrato dos EUA representado pela própria família é fiel à realidade americana? Garanto a todos que muitos americanos dirão que não. Muitos deles sabem, sim, que são alienados, que são burros, etc etc etc, tudo o que a família representa, mas nem tanto quanto o desenho mostra. E porque o desenho exagera?

Simples. Porque é uma caricatura.

Então, se "Os Simpsons" trata os EUA como um país de:
- gordos, ignorantes e alienados ou
- donas de casa sem pretensão nenhuma ou
- garotos sádicos e malcriados ou
- garotas politicamente corretas que negam as "outras formas de vida" e estudam a vida toda, para depois defender o modo de vida que elas mesmas negaram,
(A caricatura da Liza é a mais interessante, exatamente porque não é evidente)

então como cobrar verossimilhança quando eles vêm ao Brasil?

E ainda outro ponto de vista: os macacos e todo o resto como parte do estereótipo formado no exterior sobre os países pobres. O Brasil estereotipado como crítica à ignorância americana, e não como crítica ao próprio Brasil.

Mas... ainda há um medo. Se você vê "Os Simpsons" nos EUA e não enxerga uma crítica tão dura quanto à que foi feita ao Brasil, alguma coisa está errada. Alguma coisa está muito errada. Porque, nesse caso, o alvo da crítica está tão incorporado à sua vida que você nem percebe mais que é uma crítica... é só uma situação comum. Ou ainda pior... uma aspiração.

E, pra terminar... não é preciso ver o desenho. Dá pra saber do que se trata, mesmo sem ter visto. Mas eu quero ver, pra rir, e só pra isso.



Nota rápida - No dia em que os brasileiros comuns verem Homer Simpson como a encarnação do que eles querem ser, estaremos todos perdidos. Definitivamente.

Terça-feira, Abril 16, 2002

- Cara, acabei de pensar em uma coisa muito louca.
- Pensou no quê?
- Tipo, eu descobri porque venta tanto na estrada...
- Quê? Hahaha
- É sério, cara... vc já percebeu como venta forte na estrada?
- Hahaha... Cara, não acredito...
- Olha, escuta primeiro... eu acho que venta tanto porque a estrada é assim, reta, sem árvores... aí o ar pode correr, não tem nenhum obstáculo, por isso venta tanto...
- Cara, vc tá brincando, né?
- Claro que não...
- Cara, deixa de ser burro... venta porque a gente corre com o carro, sua besta.
- Ah, não deve ser só por isso... Não, nem fodendo... minha teoria é boa.
- Putz, cala a boca... olha, vou parar o carro pra vc ver como eu tou certo.
- Isso! Pára e a gente vai ver.

(eles páram o carro. Nenhum vento.)

- Tá vendo? Eu falei!!
- Nem, cara, é coincidência... vamos esperar um tempo, vc vai ver, vai voltar a ventar.

(5 min depois)

- Pronto... convencido? Não tá ventando.
- Ah, sei lá...

(colocam o carro em movimento de novo)

- Olha! Tá ventando! Pára o carro! Pára o carro!

Domingo, Abril 14, 2002

E pelo que parece, a situação do Chávez na Venezuela está igual à do meu ICQ: cai, volta, cai, volta.
Quando eu era mais novo, ia ao cinema pra me divertir. Isso mudou há muito tempo.


Os últimos três filmes que eu vi (Amores Perros, Requiem para um Sonho, Dia de Treinamento) me fizeram sair triste do cinema. Tá, triste não é a palavra certa. Acho que o que melhor define é "angustiado". Angústia é um desespero reprimido?
De qualquer jeito, isso de forma alguma quer dizer que eu não gostei dos filmes. Aliás, gostei bastante dos três - e esse gosto não foi só causado pelos aspectos artísticos de apreciação e etc etc etc, mas também pelo conteúdo das histórias.

Isso parece um pouco estranho, mas às vezes é bom ouvir uma história triste. Deve ter alguma coisa daquele voyeurismo - Freud explica -, vontade de viver a vida dos outros, qualquer coisa assim.

De qualquer forma, meus filmes preferidos ainda não são tão tristes. Tudo bem, talvez sejam - de acordo com algum aspecto em particular.

Sexta-feira, Abril 12, 2002

Padres da Igreja Católica são acusados de crimes de pedofilia.
O PFL desiste da candidatura de Roseana Sarney.

Quem sabe agora o MST não tem um pouco de descanso depois da merda que fez invadindo a fazenda do FH do seu C?

Quarta-feira, Abril 10, 2002

Computacionalmente, consegui colorir com caneta cinza cada canto cartográfico - Canadá, China, Congo. Cíntia colaborou criando cores compostas, calculando cossenos, competindo comigo.

Olha o que faz a preguiça de me aplicar nos estudos.
Desafio:

a) encontre uma música sertaneja sem a palavra "coração"

ou

b) encontre uma música de teen pop sem a palavra "baby", ou "babe" tanto faz.

Domingo, Abril 07, 2002

Essa eu tinha que colocar:

Your TOOL song is Schism


You are all about conflict. Your personality is divided into seemingly contradictory aspects. Either that, or you don't always get along well with others.

(O teste tá uma merda... você mesmo tem que contar as respostas, mas tudo bem. Na verdade, o meu teste empatou 3 músicas, mas eu achei que Schism é a mais indicada. As outras são Intolerance e Ænema)

Sugestão da Anna
Olhem cada referência estranha...

Ontem, eu vi Requiem para um Sonho.
Hoje, passou Cidade das Sombras no SBT.

Até aí, tudo bem. O que eu achei razoavelmente estranho foi a cena final do Cidade das Sombras - a cena é formada basicamente por um céu azul, o mar ao fundo, um pier e uma mulher lá atrás, olhando pro mar. O que é estranho é que EXATAMENTE a mesma cena aparece no Requiem para um Sonho durante uma das viagens do Harry (A cena virou até capa do filme).
E a coincidência se mostra ainda menos coincidência quando me toquei que a atriz é a mesma nos dois filmes - a vitaminadíssima Jennifer Connelly. Interessante, não?

Uma outra nota: duas coisas interessantes pra notar no Requiem são:

1) a única esperança dada pelo filme é dada pelo que ele não fala - ou seja, a história que o filme não conta, a estação que não aparece. Bom, quem viu vai entender.
2) O que torna o destino dos personagens mais desesperador é saber que, durante a história, eles tiveram muitas chances de "mudar de vida", e não mudam. São eles que, desde o início, cavam o próprio buraco. É existencialismo puro.


PS 1: O Juninho tá me falando que ele sabia dessa história da coincidência das cenas, e que o diretor disse que foi coincidência mesmo. Mas foda-se, eu descobri sozinho e estou muito feliz por isso.

PS 2: Eu sei que disse que não devia fazer comentários sobre cinema, mas foda-se. Todo gênio se contradiz. (hahaha)

Sábado, Abril 06, 2002

Requiem: funeral, reza que se diz no enterro.

Blogueiro é praga mesmo. Basta juntar uma meia dúzia que gosta de alguma coisa pra fazerem um blog coletivo falando da tal coisa. Isso, é claro, não quer dizer que eles entendam qualquer coisa sobre o que estão escrevendo - mas isso é um detalhe de muito pouca importância.

Pra falar a verdade, esse problema de gente escrevendo sobre coisa que não entende vem de muito antes. Quer dizer, eu posso afirmar isso sobre a área que domino - informática - e posso dizer que boa parte das pessoas que escreve pra revistas de computação não faz a mínima idéia do que está falando.

De qualquer forma, eu tento me abster de fazer comentários técnicos específicos, especialmente sobre cinema - coisa que eu gosto, mas da qual não entendo muito.

Bom, mas tudo o que eu queria dizer é que esse filme é foda. Dê uma chance a ele antes de dizer que o Sexto Sentido é o melhor filme que você já viu.

Sexta-feira, Abril 05, 2002

Sem mais posts hoje.

(tava faltando um post assim pro meu blog ser um blog de verdade.)


Gostei disso aí. Veio daqui.

Quinta-feira, Abril 04, 2002

Breve descrição dos meus pensamentos:

- Preciso fazer aquele ddd traba dd trabalho de Computação ddd Gráfica dddream with rain, lerê iii lerê Merda de música que não sai dream with rain, lerê i-lerê da cabeça Será que só dream with rain, lerê i-lerê música ruim fica na cabeça?

Ah, ficou horrível. Mas tá mais ou menos assim mesmo.

Outra coisa: estranhamente, as músicas que ficam na cabeça necessariamente não são completamente conhecidas - fica só um loopzinho básico, o mais irritante possível.

dream with rain, lerê i-lerê...
Não sei se só é comigo, então vou perguntar...

Só músicas ruins ficam na cabeça? Putaquepariu.

Quarta-feira, Abril 03, 2002

Uma letra de música um tanto quanto pertinente:

Wander Wildner - Passatempo

"De manhã cedo eu chego na janela
Bebê chorando, cachorro latindo
Uma mulher fazendo as unhas
E na calçada um velho dormindo

Só pra passatempo (4x)

Um atleta faz teste de cooper
Passa veloz pela banca da esquina
Relaxa bem, enche o pulmão de ar
Pra respirar cheiro de gasolina

Só pra passatempo (4x)"
BBB

Tava na cara quem ia ganhar.
Tudo bem que, provavelmente, nenhum deles sabe porque o programa tem aquele nome.
Todo mundo sabia que as opções não eram lá as mais indicáveis.
Ficou claro que a edição do último dia feita pela Globo foi (como parece que acontece sempre em eleições) tendenciosa.

Mas, de qualquer forma, é sempre um susto ver a burrice triunfando em rede nacional. Foi a coroação, a prova de uma coisa que todos já sabiam: o brasileiro comum ainda vê a "busca por conhecimento" como algo dispensável.

E vejam, "busca por conhecimento" não é nada nobre, complexo, filosófico. Busca por conhecimento foi o que fez minha vó aprender a ler quando estava quase com 70 anos. É a tal curiosidade, a vontade de conhecer algo mais, de entender. Coisa que a tal anta não tem. Não foi falta de oportunidade, não foi uma triste seqüência de acontecimentos que impediu ele de aprender qualquer coisa - foi a simples e total falta de vontade. E foi coroado em rede nacional.

Isso é bom pro pessoal que se esquece de que o capitalismo também supervaloriza o cidadão medíocre. Se os integrantes do BB fossem a família Simpson, Kleber seria Homer, Vanessa seria Marge e o Adriano seria o Bart. A vaga da Lisa fica desocupada - apesar dela também ser uma caricatura, não dá ibope. E Homer vence.

Ou então, vai ver foi só um equilíbrio, uma balança. Pode ser que o pessoal já estava com a cota de inteligência cheia depois de assistir "O Clone" e queria desligar o cérebro pra relaxar. Aliás, "O Clone" tem roteiro inteligente, atuações imperdíveis, fotografia maravilhosa, direção perfeita - um clássico da cultura nacional.

Ou talvez "O Clone" seja só um monte de besteiras sem nexo, sem sensibilidade e sem fundo histórico, científico, cultural e religioso, tudo colocado junto porcamente pela Glória Perez.

Pensando bem, a vitória do tal macaco (mal treinado, diga-se de passagem) não foi tão surpreendente assim.

PS: Com tudo isso, acabei pensando em um assunto recorrente: o que torna uma pessoa famosa? Parece que, agora, nada é preciso para ser famoso. Mas isso fica pra outro dia.

Terça-feira, Abril 02, 2002

Em um ano de blog, eu...:

1) aprendi:
1.1) um pouco de html;
1.2) novos vocábulos para xingar pessoas;

2) descobri que:
2.1) pessoas inteligentes podem ser escrotas;
2.2) existem mais pessoas escrotas do que eu pensava;
2.3) pessoas com níveis educacionais altos podem ser alienadas e/ou escrotas;

3) conheci:
3.1) pessoas legais;
3.2) pessoas escrotas;
3.3) sites bizarros;

4) fui visitado por:
4.1) pessoas legais;
4.2) pessoas escrotas;
4.3) pessoas que caíram aqui sem querer;

5) fui visitado porque:
5.1) a pessoa gosta do meu blog;
5.2) a pessoa gosta de discutir comigo;
5.3) a pessoa gosta de ler as discussões em que me envolvo;
5.4) alguém procurou "Mary Alexandre nua" no google

6) me tornei:
6.1) mais chato;
6.2) mais ranzinza;
6.3) menos entediado;
6.4) mais estressado;
6.5) mais cético com relação às pessoas.

Segunda-feira, Abril 01, 2002

Amanhã esse blog vai fazer um ano de vida.

Eu poderia fazer uma daquelas promoções, sei lá, premiar o visitante número 18300, dar um ovo de páscoa, coisa assim.

Eu poderia relacionar o conteúdo do blog com a sua data de aniversário que é 2 de abril. Tá certo, não é primeiro de abril, mas... sempre dá pra bolar alguma coisa nesse sentido.

Eu poderia mostrar um post antigo, comparar com um novo, e mostrar as diferenças, tanto sutis como gigantescas.

Eu poderia dizer o que mudou em mim devido ao blog e o que isso, por sua vez, mudou outra vez o blog.

Eu poderia agradecer as visitas e a todo mundo que me ajudou de alguma forma durante todo esse tempo.

Como sou um legítimo representante da classe blogueira (aliás, um pensamento que me veio e que dá post - blog é o meio de comunicação mais metalingüístico que existe... ou será que não?), eu faria tudo aquilo no mesmo dia. Mas também como todo bom blogger, eu tenho compromissos que acabam afetando o bom desempenho do blog - faculdade, essencialmente.

De qualquer forma, fico feliz de ter ficado com o blog por um ano. E felizmente para alguns e infelizmente pra muitos, prentendo continuar com ele por muito tempo. Pelo menos até não conseguir imaginar mais nada idiota e/ou interessante para postar. E também agradeço quem visita o blog, seja diariamente, freqüentemente, duas vezes por mês, aleatoriamente, e todos os visitantes que vêm pelo Google procurando por "Mary Alexandre nua".

Bom, é isso. Se amanhã der tempo, eu coloco alguma bobagem aqui.